Em muitas partes do país organizam-se, habitualmente, celebrações, procissões, arraiais e festanças em sua honra. A um chamam casamenteiro, a outro baptista e a outro pastor. Seria importante que os festeiros dos santos populares conhecessem a sua vida e obra, porque este ar adocicado, bonacheirão, estroina, folgazão, popularucho não tem nada a ver com eles. Aliás, anda por aí muita ignorância à volta dos santos da Igreja (ser casamenteiro é o dado menos importante da vida de Stº. António), de quem se contam mil um feitos milagreiros e lendas mirabolantes, deixando-se na penumbra a vida concreta e real que viveram, possuídos por uma fé profunda, madura, uma vida espiritual intensa, abrasados por um amor concreto
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