Fonte da ARS confirmou ao Nosso Jornal a informação, no entanto, explicou que todo o processo ainda está em estudo e que por isso ainda não poderá adiantar, nesta fase, quais os imóveis dos quais se irá despedir.
No caso de Vila Real está em análise a possibilidade de “dois serviços” serem deslocalizados. Em Bragança foram devolvidos três imóveis, e em Braga a administração regional vai abandonar a antiga Escola de Enfermagem e outros três edifícios.
Segundo informações veiculadas por outros órgãos de comunicação social, o processo de reorganização vai levar a que, dos vários armazéns centrais que a ARSN mantinha em diversos pontos da região, apenas dois vão continuar no funcionamento, um dos quais em Vila Real.
Carlos Miranda, director do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Douro I, confirmou saber da intenção da ARS e referiu que foi mesmo consultado, tendo apresentado uma proposta que envolve exactamente dois edifícios.
Numa primeira fase, o director da ACES propõe que seja libertado o edifício onde funciona actualmente os serviços da Unidade de Saúde Pública, que deverão assim passar para as instalações sede do Agrupamento. “Aquele espaço não tem as condições necessárias”, defendeu o mesmo responsável sobre o edifício localizado junto ao Mercado Municipal.
Numa fase posterior, Carlos Miranda defende a concentração da sede do ACES, da Unidade de Saúde Pública e da Unidade de Saúde Familiar “Nuno Grande” num mesmo espaço, mais exactamente no edifício da Quinta do Trem, junto ao Miracorgo, o que permitirá assim a libertação da actual sede da ACES, e uma poupança de vários milhares de euros por ano.



