Quinta-feira, 7 de Julho de 2022

Segurança Social reforça apoio a sete instituições do distrito

Sete instituições do distrito de Vila Real vão ver a sua cooperação com a Segurança Social reforçada. No total, mais de 123 utentes vão ser abrangidos, nas valências de “Creche”, “Apoio domiciliário” e “Intervenção precoce”, sendo de realçar que os novos acordos vão ser responsáveis pela “criação líquida de mais 32 postos de trabalho”. “Até […]

Sete instituições do distrito de Vila Real vão ver a sua cooperação com a Segurança Social reforçada. No total, mais de 123 utentes vão ser abrangidos, nas valências de “Creche”, “Apoio domiciliário” e “Intervenção precoce”, sendo de realçar que os novos acordos vão ser responsáveis pela “criação líquida de mais 32 postos de trabalho”.

“Até ao final do ano, vão ser celebrados acordos de cooperação com mais sete Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)”, anunciou, no dia 7, Rui Santos, Director do Centro Distrital de Segurança Social (CDSS) de Vila Real.

Segundo o mesmo responsável, os novos acordos representam a última fase de investimentos, na área da cooperação, previstos para este ano, representando o alargamento do apoio a mais 123 utentes.

Os sete acordos implicam um reforço monetário às IPSS, superior a 335 mil euros, por ano, dos quais a maior fatia vai para a Associação “Flor do Tâmega para Apoio a Deficientes”, em Chaves, que, ao iniciar o apoio a mais 20 utentes, no Centro de Actividades Ocupacionais, vai receber um reforço do apoio anual da Segurança Social, na ordem dos 105 mil euros.

No âmbito do apoio domiciliário, serão estabelecidos protocolos com o Centro Social e Paroquial de Viade de Baixo, em Montalegre; Associação Santo Mamede e Santa Casa da Misericórdia, em Alijó; e o Centro Social de Nossa Senhora do Extremo, em Vila Pouca de Aguiar, servindo um total de mais de meia centena de idosos.

Finalmente, serão ainda apoiadas as creches da Misericórdia de Montalegre, com um reforço que permitirá a criação de lugares para mais 23 crianças, e a Associação 2000, em Santa Marta de Penaguião, que representará o “segundo Acordo Atípico de Cooperação para a resposta de Intervenção Precoce” do distrito de Vila Real. Este último acordo “abrangerá 25 utentes e implicará um apoio financeiro anual de cerca de 26 mil euros”, contabilizou Rui Santos.

Desde Janeiro, foram contempladas, ainda, instituições dos concelhos de Mesão Frio, Peso da Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa e Vila Real.

“Os montantes agora investidos vão acrescer aos cerca de 30 milhões de euros destinados à área de cooperação que este Centro Distrital coloca à disposição das 92 IPSS do distrito, para apoio a mais de 11.575 utentes, integrados em 149 equipamentos e repartidos por 328 respostas sociais”, referiu o mesmo responsável.

Rui Santos lamentou que centenas de cidadãos não tenham “consciência” do investimento crescente que tem sido feito, nos últimos dois anos.

“Muitas pessoas não fazem ideia, por exemplo, de que a Segurança Social apoia cada criança, em creche, com 221,21 euros, por mês, ou que, por cada idoso, em lar, são atribuídos 320,32 euros mensais”.

Relativamente às áreas mais problemáticas, o Director do CDSS sublinhou a intervenção precoce e o apoio domiciliário aos idosos.

“Este é um caminho que queremos continuar a trilhar”, referiu, sobre o apoio aos cidadãos com deficiência, uma valência que “nos próximos anos, será reforçada”.

Já no que diz respeito à aposta ao nível do apoio domiciliário, Rui Santos explicou que o objectivo do Governo, ao investir nesta área, é “prolongar a estadia dos idosos, na sua habitação”.

Durante uma Conferência de Imprensa, Rui Santos adiantou que está, agora, a decorrer a segunda fase do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES).

“Na primeira fase, foram contemplados os projectos de seis instituições, num total de oito valências”, recordou o Director do Centro Distrital, adiantado que, até a data, nesta segunda fase do programa governamental, já foram apresentadas cerca de 30 candidaturas.

 

Maria Meireles

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