O reforço de pessoal, como explica aquela entidade, foi feito no âmbito das medidas adotadas pelo Governo “de contratação de caráter excecional, com o objetivo de garantir o pleno funcionamento das entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de acordo com as necessidades acrescidas durante a pandemia”.
A capacidade de resposta das unidades de saúde da região “foi assim aumentada com a entrada em funções de 41 assistentes operacionais, 12 enfermeiros e um técnico superior do ramo de farmácia, que se juntaram às equipas então no terreno”, divulgou em comunicado.
Nos últimos dois meses, desde o início da crise provocada pelo novo coronavírus, a ULS do Nordeste, que gere três hospitais e 14 centros de saúde, “reorganizou e reforçou os seus serviços para o combate à infeção na região, não só em termos de espaços, de circuitos e de equipamentos, mas também de equipas de recursos humanos”.
Depois das últimas semanas centradas no combate à pandemia, “está agora em curso a retoma da atividade assistencial programada, nomeadamente o reagendamento e a realização de consultas, cirurgias e meios complementares de diagnóstico e terapêutica”, uma retoma que “está a decorrer na salvaguarda quer do cumprimento escrupuloso das regras de saúde pública, quer da manutenção da prontidão de resposta necessária a um eventual aumento da incidência da infeção”.




