Terça-feira, 13 de Janeiro de 2026
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Sobre a Gripe A

O fenómeno da Gripe A é um fenómeno sério. Assim como o são os fenómenos da SIDA, da Gripe comum, da tuberculose, ou da fome. Os meios de comunicação social em Portugal seguem um padrão que se verificou, desde o aparecimento dos primeiros casos, nos meios de comunicação social norte-americanos, ingleses ou franceses – numa primeira fase, realçavam o acréscimo do número de infectados, a ultrapassagem de certas barreiras numéricas, a proliferação da Gripe em redor do globo. Numa segunda fase, passaram a alertar com maior veemência para os cuidados pessoais e comunitários que devem ser seguidos de modo a reduzir a velocidade de propagação da Gripe. Agora, numa terceira fase, já frisam que a maioria das pessoas infectadas está curada.

Comparativamente com a pandemia da SIDA, a da Gripe A apresenta algumas diferenças. O modo de contágio na Gripe A é mais facilitado, mais indiscriminado, mais imediatamente detectado e mais socializado. Daí, eu poder compreender o realce dos media. Infelizmente, no entanto, todos os dias há pessoas em todo o mundo que ficam infectadas com o HIV, inclusive em Portugal, e não é por esse simples facto que os meios de comunicação social emprestam um realce equivalente ao que é possibilitado para a proliferação dos casos de Gripe A. Com a gravidade de que a “vacina contra a SIDA” está bem mais longe de ser atingida nos laboratórios e difundida na população do que a

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