É com “bons olhos” que os flavienses veem o regresso do clube à I Liga. Para Sara Pereira, adepta e responsável pela loja “Koker”, a principal vantagem “é trazer muita gente de fora, que é o que nos faz falta neste momento. O futebol traz turistas e receitas, o que será possível, sobretudo, nos jogos com os “grandes”, frisa.
“Os restaurantes e os hotéis vão voltar a encher. Mesmo para o próprio comércio traz mais-valias. É muito bom o Chaves estar na primeira divisão. Só vejo vantagens. Além da publicidade que faz à própria cidade, traz movimento, pessoas que acabam por vir passar o fim de semana e, mais tarde, voltam e passam férias com a família”.
“O futebol traz turistas e receitas”
SARA PEREIRA
COMERCIANTE
“Espero que se mantenham na primeira. Precisamos mesmo de publicidade para a região. O Chaves tem adeptos muito fervorosos e será o único de Trás-os-Montes e do interior a estar na primeira. Traz muita responsabilidade, mas é muito bom”, admite Cátia Videira, diretora comercial do Forte de S. Francisco Hotel, considerando que “a subida do GDC terá impacto no turismo e na economia da região, prevendo-se o aumento do fluxo turístico e das receitas”.
“A restauração será uma das áreas mais beneficiadas em dias de jogo. No entanto, também haverá procura ao nível do alojamento e serviços”.
Para Hélder Santos, do restaurante Porfia dos Leitões, o clube ter regressado à I Liga “é muito bom para o negócio” e, ao mesmo tempo, “para tudo na cidade de Chaves. Na última subida houve uma maior afluência de pessoas. Sentiu-se a diferença, sem dúvida”.
“Há muitas vantagens associadas a este regresso, que acaba por mexer bastante com a economia do concelho. É bom para todos, sobretudo porque o futebol atrai muita gente”, refere, acrescentando que “podermos ver os clubes grandes na nossa cidade é outra mais-valia, além de que vamos representar a cidade e a região pelo país fora”, conclui o também adepto do Chaves.





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