No feriado do Corpo de Deus, a VTM encontrou vários taxistas à entrada do Terminal Rodoviário, em Vila Real, e todos se queixavam da falta de clientes e de as medidas que tiveram de adotar por indicação da Direção Geral da Saúde (DGS).
Taxista há 48 anos, Albertino Alves não tem memória de uma crise tão grande no setor. “O negócio está praticamente parado”, confessou à VTM, adiantando que durante todo o dia (até às 17h00) fez apenas um serviço de cinco euros, tal como o colega que estava na mesma praça de Táxis. “Não há nada que fazer”.
Além do pouco movimento que se vê nas ruas, que em outros anos se enchiam de gente para
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