Sábado, 16 de Outubro de 2021

Ter esperança, acreditar e trabalhar

Segundo rezam as crónicas e a palavra dos sábios, vivemos tempos difíceis que ainda se irão agravar mais e tudo por causa do deficit. Somos “bombardeados” diariamente pelas televisões, rádios e jornais com notícias sobre a economia, os mercados, as agências de “rating”, os juros, o FMI.

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Os comentadores, os jornalistas, os políticos, os deputados, os ministros e até o Presidente da República não falam de outra coisa. O desemprego, as falências, a fome, o aumento de impostos, a diminuição dos ordenados, as dificuldades da segurança social, a derrapagem financeira do SNS, a penúria nos tribunais, a falta de dinheiro em empresas públicas, como as estradas e a CP, o aumento dos impostos, a subida dos preços dos bens essenciais, a suspensão de obras públicas, etc., não nos largam, invadem-nos permanentemente, num massacre constante que leva muitos ao desespero, à ansiedade e à depressão e que nos põe a todos cheios de dúvidas e de interrogações acerca do nosso futuro e principalmente

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