A Terra Maronesa, que defende a produção desta raça autóctone, sediada em Vila Pouca de Aguiar, enviou uma carta aberta ao reitor da Universidade de Coimbra (UC) onde explica que a produção de carne até pode beneficiar o planeta, ao contrário do que disse na abertura do ano escolar.
“O objetivo desta carta aberta é demonstrar ao reitor da UC que não se resolvem os problemas do planeta com medidas drásticas, como aquela que ele diz que vai fazer, ao proibir o consumo de carne de vaca nas cantinas da universidade”, revela uma fonte do projeto Terra Maronesa, adiantando que é “muito diferente” o sistema de produção intensivo que se faz, por exemplo, na América de Sul, comparativamente com aquele que se faz no Alvão.
“Estamos indignados com as palavras e com a forma como anunciou a medida, uma vez que está a tratar todos os produtores por igual, quando a produção que se faz na região é totalmente diferente e não prejudica o ambiente”.
Esta fonte sublinhou que os produtores de gado maronês no Alvão estão a “desenvolver um sistema inovador, alternativo, de produção animal amigo do ambiente, assente na maximização do bem-estar animal”.
Na carta aberta, pode ler-se que, no Alvão, a
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