No cimo da rua, as doceiras ocupam os stands com bancadas recheadas de “pitos”, em que reza a lenda que a rapariga deve oferecer no dia 13 de dezembro o pito ao rapaz que, em fevereiro, retribui com a gancha de São Brás.
Anabela Nunes esteve muitos anos fora do país, no entanto, regressou à sua terra natal e não perde a oportunidade de comprar o pito. “Comprei uma dúzia e meia, mas não é só para mim, também levo para oferecer”.
Há mais de 40 anos a vender esta famosa iguaria, Augusta Silva, de 70 anos, revela à VTM que aprendeu a receita com a sogra e não tem faltado à festa todos os anos.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€




