“Agora está tudo mais calmo mas ainda se nota o clima de tensão e a preocupação das pessoas”, revelou Margarida Carvalhal, uma jovem vila-realense, de 24 anos, que trabalha no Parlamento Europeu e que, no dia 22, por uma questão de minutos escapou aos atentados terroristas que vitimaram mais de três de dezenas de pessoas na capital belga.
Já revindicados pelo Estado Islâmico, as explosões tiveram como alvo o aeroporto de Zaventem, perto das 8h00 (7h00 em Lisboa), e, cerca de uma hora depois, a estação de metro de Maelbeek, perto das instituições europeias.
Margarida Carvalhal explicou que estava a caminho do trabalho quando aconteceram as primeiras duas explosões, mas que já estava no Parlamento quando
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



