Depois de três anos à frente do Governo Civil de Vila Real, António Martinho volta a fazer um balanço “muito positivo” para o distrito, um balanço que reflecte “as políticas nacionais do Governo”. Investimentos, obras, programas, formação, emprego, todo o tipo de informações sobre o actual mandato, agora reunidas no site do www.gov-civil-vilareal.pt
“Importa dar conhecimento de alguns dos principais investimentos e acções do XVII Governo Constitucional, no distrito, nas diversas áreas de governação”, sublinhou António Martinho, Governador Civil de Vila Real, que assinalou, no dia oito, o seu terceiro ano de mandato, com a apresentação de uma nova valência da página da Internet daquele organismo.
Ministério a Ministério, os internautas podem agora conhecer um pouco melhor as principais medidas, projectos, programas, obras e investimentos do Estado, no distrito, nos últimos três anos.
“São provas da modernização, desenvolvimento e coesão social”, sublinhou António Martinho, sobre o rol de informação, disponível “on-line”.
Ao nível da pasta do Trabalho e Segurança Social, o responsável político sublinhou o Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), classificando-o como “muito produtivo”, não só ao nível da criação de novas valências, mas, sobretudo, pela sua “importante componente, no desenvolvimento de toda a economia social”, com a criação de 260 postos de trabalho e de 1.073 lugares em Lares, Creches e Centros de Dia.
Do Ministério da Saúde, um dos “mais polémicos” deste mandato socialista, o Governador Civil recordou vários projectos, entre os quais o investimento, até 2011, de mais de 100 milhões de euros no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes, mas, também, outras pequenas mais não menos importantes conquistas, como os programas de Prevenção e Tratamento Anti-Tabagismo, de Combate à Obesidade Infantil, de Vacinação e de Saúde Oral (com cobertura total no distrito).
O Douro, as Zonas de Intervenção Florestal, o investimento no âmbito dos Regadios Colectivos, são alguns dos destaques dos últimos anos, no que diz respeito à Agricultura.
“De acordo com os números de 2007, somos, presentemente, o quinto distrito com menor sinistralidade”, revelou António Martinho, sublinhado a segurança rodoviária como uma das principais conquistas do Governo. Também no que diz respeito à intervenção do Ministério da Administração Pública, o Governador recordou os “investimentos na aquisição de equipamentos para os Bombeiros”, bem como a construção dos quartéis de Cerva e Salto, sendo de realçar que, em breve, terá início a construção da “casa” dos Bombeiros de Santa Marta de Penaguião.
A instalação das Direcções Regionais do Desporto e da Cultura, em Vila Real, são algumas das medidas enumeradas no “site” como algumas das “dádivas” dos Ministérios da Presidência e da Cultura, respectivamente.
O abastecimento de água, em quantidade e qualidade, com destaque do Ministério do Ambiente, os três Projectos de Interesse Nacional que estão a ser desenvolvidos, no distrito, e o investimento da Rede Nacional de Pequenas e Médias Empresas, no caso do Ministério da Economia, são outros dos destaques.
Na Educação, os dois milhões de euros para Actividades de Enriquecimento Curricular e o apoio dado à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro “que sempre que precisou, o Estado estava lá”, são salientados, do trabalho das tutelas da Educação e da Ciência e Ensino Superior.
Finalmente, no Ministério da Justiça, António Martinho lembra que, no âmbito da reorganização do Mapa Judiciário, o Governo foi flexível e respondeu, positivamente, a duas importantes reivindicações que tinham como objectivo “manter o equilíbrio, no distrito”.
“Havia uma fuga de Ribeira de Pena para Cabeceiras de Basto que foi travada e foi satisfeita a reivindicação de incluir Murça na Comarca de Vila Real e não na de Chaves, como estava, inicialmente, previsto”, explicou António Martinho.
Finalmente, nas Obras Públicas, de realçar, obviamente, “a conclusão da A24 de Vila Real a Chaves, da A7 de Ribeira de Pena a Vila Pouca de Aguiar e da EN213 – Variante Valpaços a Mirandela”.
Maria Meireles



