Segundo o mesmo responsável, a unidade vila-realense, que conta com dezasseis inspectores e quatro funcionários, apesar de ser “uma das mais pequenas”, “é muito activa e muito eficaz, cobrindo muito bem toda a área de intervenção” que lhe é destinada.
“Tem conseguido grandes êxitos no combate aos crimes graves e violentos, que são da competência da Polícia Judiciária, mas foi também muito importante no último Verão, na investigação aos incendiários”, sublinhou Almeida Rodrigues.
De recordar que, segundo os últimos dados aos quais no Nosso Jornal teve acesso, no ano passado (até Setembro), a PJ de Vila Real deteve 12 pessoas acusadas de atear fogos florestais. A Judiciária revelou, na altura, que os detidos, todos do sexo masculino e com idades compreendidas entre os 16 e os 50 anos, foram, na sua maioria, sujeitos a prisão preventiva como medida de coação.
Almeida Rodrigues confirmou o “seu agrado” com o desempenho da unidade de investigação que, desde o início do seu mandato, em Maio do ano passado, já visitou três vezes. “É com este reconhecimento público que nós conseguimos motivar ainda mais os nossos funcionários, para que continuem a desempenhar cada vez melhor as suas funções em defesa da sociedade e da justiça”, frisou.
À unidade local compete “a prevenção, detecção, investigação e coadjuvação das autoridades judiciárias relativamente aos crimes da competência da PJ, praticados ou conhecidos na sua área geográfica de intervenção, cuja competência não esteja atribuída às unidades nacionais”.
Na sua área de intervenção estão as comarcas de Alfândega da Fé, Alijó, Armamar, Boticas, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Chaves, Lamego, Macedo de Cavaleiros, Mesão Frio, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Moimenta da Beira, Murça, Montalegre, Peso da Régua, Sabrosa, São João da Pesqueira, Tabuaço, Torre de Moncorvo, Valpaços, Vila Flor, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vimioso e Vinhais.



