Por isso, quando falamos de Escola, Educação ou Ensino falamos de algo extremamente precioso. Que nos coloca questões pertinentes. Queremos aprender depressa ou queremos aprender bem? Queremos educar para a cidadania ou queremos educar para os resultados? Queremos formar cidadãos ou queremos formar meros produtores? Ou meros consumidores? Ou meros esbanjadores? E aceitamos uma educação ao longo da vida, disponibilizando aos cidadãos ativos a possibilidade de enriquecimento ao longo das etapas do seu percurso, ou desejamos uma educação momentânea e intensa, concentrada no primeiro quarto de vida expectável?
Estas questões motivaram-me, em colaboração com Pedro Seixas Miranda, a assinarmos o artigo “Para uma discussão das políticas educativas à luz de Rawls”. O trabalho acaba de ser
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