No passado dia 18 de julho, e depois da avaria no helicóptero de Loulé, o presidente da Autoridade Emergência e Proteção Civil “deu ordem direta”, e “sem dar conhecimento a ninguém”, para que o único meio aéreo de ataque ampliado existente no distrito de Vila Real, que “dá também apoio aos distrito de Bragança e parte do distrito de Braga, fosse mobilizado para aquela localidade no Algarve.
A decisão não agradou a Comissão Distrital de Proteção Civil de Vila Real que, de imediato, pediu a reposição do meio aéreo, uma vez que a região Norte ficaria apenas com dois aviões médios de combate aos incêndios rurais.
“É o distrito que mais ignições tem e mais floresta tem.
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