Um grupo de investigadores está a desenvolver na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) um projeto que aproveita desperdícios de engaço e bagaço de uva, podas da vinha e dejetos de animais, entre outros subprodutos agropecuários, para o desenvolvimento de um biocombustível sólido, através da produção de estilha, peletes e briquetes compostos por os tais resíduos.
Segundo Amadeu Borges, responsável pelo estudo e investigador da UTAD e do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB), este projeto pretende criar um biocombustível, com elevado poder calorifico, que promova “o aproveitamento sustentável de desperdícios, ao mesmo tempo que contribui para a redução do consumo de energia primária através de fontes de energia renovável,
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