Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2025
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RegiãoUtentes do hospital deslocam-se a Mirandela e Chaves

Utentes do hospital deslocam-se a Mirandela e Chaves

Ainda não há luz verde para a reativação do Hospital da Misericórdia de Valpaços. Na terça-feira fez precisamente um ano que a unidade fechou portas, ficando os seus utentes obrigados a recorrerem aos hospitais de Mirandela e Chaves. Com uma nova direção e o empenho da autarquia, as coisas podem alterar-se, mas para já o impasse continua.

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A Câmara de Valpaços continua a defender a reabertura do hospital da Santa Casa de Misericórdia da cidade. Em nome da prestação do serviço público de saúde, o executivo de Francisco Tavares defende a sua reativação e mostra-se, disponível para colaborar no processo. “Tínhamos o serviço de saúde no Hospital de Valpaços que deixou de funcionar por problemas internos da Misericórdia, que prestava um importante serviço público. Sei que a nova direção da Santa Casa está empenhada na reabertura da unidade. Nós estamos disponíveis para colaborar nesse processo, desde que seja prestado o serviço público”.

O autarca relembrou a existência de um acordo entre o Estado, Governo e a Misericórdia em que o próprio Estado assumia uma comparticipação financeira para o funcionamento da valência de saúde. Francisco Tavares põe em primeiro lugar o interesse dos doentes e salientou que “é uma carência, uma necessidade que a população sente, embora os serviços primários estejam garantidos, mas as outras valências não”. “A nossa população é obrigada a recorrer aos hospitais de Mirandela ou Chaves. Isto representa um incómodo, custos, e perda de valências do próprio hospital. É muito grave que isto aconteça. A Câmara e a Misericórdia estão interessadas e reativar a unidade”, assegurou.

O Hospital de Valpaços, administrado pela Santa Casa, encerrou a 11 de janeiro de 2011 por falta de acordo com a ARS Norte. Os cerca de 40 trabalhadores ficaram sem emprego e na “incerteza” quanto à sua situação profissional.

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