Há tempos, desloquei-me à simpática e pitoresca vila de Sesimbra, a convite do Núcleo local da Liga dos Combatentes, para fazer parte de um júri de selecção, tendo em vista analisar as propostas concorrentes, para erigir, numa das artérias daquela urbe, um monumento de homenagem aos Combatentes do Ultramar, que aquele Núcleo pretende levar a efeito. Na ocasião, foi-me gentilmente oferecido um livro, por um elemento da Direcção daquele dinâmico Núcleo, intitulado “No planalto dos Macondes, C. Caç. 2448”. Trata-se de um livro autobiográfico, da autoria de Joaquim Manuel Penim, um sesimbrense, ex-furriel miliciano; de tamanho A5, com 206 páginas, de fácil leitura, que se lê de uma penada e que retrata, com um realismo
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