Vila-realenses iniciam época com deslocação aos Açores

O resultado do sorteio da Taça de Portugal ditou uma deslocação dos vila-realenses até aos Açores, mais concretamente à ilha de S. Miguel para defrontar o Clube Operário Desportivo, no dia 26 de agosto, às 17h00. Já na temporada passada, o Vila Real teve que se deslocar até à região insular, só que foi à ilha da Madeira, onde defrontou e derrotou a equipa do 1º de Dezembro, com um golo solitário de André Azevedo.

-PUB-

Apesar do favoritismo que dá aos açorianos, Abel Ferreira frisa que a sua equipa irá lutar para passar à fase seguinte, no entanto a tarefa não se avizinha nada fácil. “Conheço alguns jogadores e o treinador do Operário, e sei que vai ser complicado vencer o jogo, já que esta equipa é da segunda divisão nacional, joga em casa, e costuma fazer bons campeonatos. Mesmo assim, o Vila Real tudo vai fazer para estar na próxima eliminatória da Taça”.

Quanto ao campeonato, o sorteio ditou a visita do Vila Meã ao Monte da Forca, na primeira jornada, que se realiza no dia 2 de setembro. Um jogo muito importante para a equipa transmontana, que pretende entrar bem no campeonato, ao contrário do que sucedeu na época passada. O técnico Abel Ferreira referiu que um bom resultado passa por vencer logo no primeiro jogo, o que dá logo moral e motivação aos jogadores para um campeonato que será bem mais complicado do que na temporada passada, devido às novas regras que entrarão em vigor já no ano de 2013, implementadas pela Federação Portuguesa de Futebol que vai extinguir a terceira divisão nacional.

Entretanto, o plantel, que ainda não está fechado, continua com os trabalhos de preparação e logo no primeiro jogo deixou boas indicações, apesar da derrota no Monte da Forca frente ao Amarante, equipa que milita na segunda divisão nacional e que já está numa fase mais avançada de preparação. Os dois golos do Vila Real foram apontados por André Azevedo e Schuster, um na primeira parte e outro na segunda. O técnico focou que a sua equipa foi globalmente superior, fez um bom jogo e só perdeu porque a 20 minutos do final fez dez alterações que mudaram radicalmente a estrutura base da equipa. “Perante uma formação que tem mais tempo de trabalho e que milita na segunda divisão, só posso estar satisfeito com a resposta dos meus jogadores. Ao intervalo, o resultado estava empatado (1 – 1). Aos 70 minutos, estávamos a ganhar por 2 – 1, altura em que fiz dez alterações para colocar também os miúdos a jogar e ver qual será o seu potencial para ingressar no plantel. Mesmo assim, sofremos o terceiro golo já na parte final e de grande penalidade. Seguem-se mais jogos e novas experiências, mas estamos atentos a outros jogadores que possam vir a interessar à equipa”, sublinhou Abel Ferreira.

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências, não paramos um único dia.

Contribua com um donativo!

MAIS ARTIGOS

VÍDEOS

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

ÚLTIMAS NOTÍCIAS