Trabalha naquele país, mas decide marcar as viagens para coincidir com as eleições, tanto autárquicas como legislativas. “Venho com alguma regularidade a Portugal, e faço sempre questão de vir quando há eleições, marcar para a altura que coincida com a data”, explica.
Admite que teria a possibilidade de votar em território cabo-verdiano, mas “nem me informei como funciona, no consolado”. “Decidi vir e votar aqui, é mais uma forma de justificar a minha vinda cá”, diz enquanto faz tempo para a fila diminuir.
“É bom votar nestas e em todas [as eleições],
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