Sexta-feira, 25 de Junho de 2021

Ontem & Hoje

Os presidentes de Portugal. A vitória do republicanismo e da democracia

A Monarquia Portuguesa passara por muito melhores dias até quando os acontecimentos gerados pela questão africana (o designado “Mapa Cor-de-Rosa”) levantou uma instabilidade crescente no seu seio e no do nosso país.

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Um trágico natal, em Arosa

Em 27 de dezembro de 1981, um desabamento de terras arrastou consigo quem se encontrava num café, em Arosa / Cavez (no concelho vizinho de Cabeceiras de Basto).

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O que custou a independência de timor-leste

Parece ter sido ontem. No entanto, já se passaram quase 30 anos.

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Um ideal em cada ano renovado

Em 24 de outubro de 1945, na cidade norte-americana de São Francisco, foi assinada por 51 estados fundadores a Carta das Nações Unidas. Cinco desses estados (China, França, Estados Unidos, Inglaterra e a então designada União Soviética) – atualmente, também o Japão e a Alemanha reivindicam esse estatuto – eram membros permanentes do Conselho de Segurança, organismo (hoje constituído por 15 membros) nascido da necessidade de articular as políticas de caráter militar e relações novas emergentes do fim da segunda guerra mundial.

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Histórias da Volta a Portugal em bicicleta

A Volta a Portugal em bicicleta sofreu um enorme revés em 2020, altura da sua 81ª edição. Realizada habitualmente na época de verão, este ano decorre mais tarde (o início está marcado para o próximo  dia 27, em Fafe), dadas as condicionantes que lhe foram impostas pela eclosão da epidemia de coronavírus (Covid-19). Posta em dúvida a sua realização, a Federação Portuguesa de Ciclismo (presidida pelo vila-realense Delmino Pereira) e o habitual diretor da prova Joaquim Gomes (ambos ex-ciclistas) elaboraram um plano alternativo que sensibilizou positivamente a Direção-geral de Saúde, os clubes e as autarquias. A “Volta” está, pois, na estrada, com todos os seus aliciantes

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Uma tragédia, há quarenta anos, na zona de Campeã

O desaparecimento de crianças, a violência doméstica, os acidentes rodoviários e os afogamentos nas águas do mar e dos rios são, entre nós, em cada ano que passa, um autêntico flagelo, sobretudo no verão. A tal nos temos vindo a referir, alertando para a letalidade destes factos. No inverno, a falta de condições de habitabilidade e a despreocupação com que o aquecimento é encarado motivam, de igual modo, muitas mortes em Portugal, por intoxicação. A juntar a isso tudo, ocorrem gigantescos incêndios florestais, muitos deles assaltando as casas das povoações

Com o tempo quente que faz a água mata mais que o fogo

Com o tempo quente que faz e com o poder consumista dos tempos de hoje, conduzindo a que as pessoas se desloquem facilmente, ainda que para zonas que não conheçam bem, ora para as praias do litoral, ora para as praias fluviais, para as barragens, albufeiras, lagoas, rios, piscinas e até poços ou tanques, sempre à procura de aventuras e emoções novas, os sítios ficam pressionados pela possibilidade de incêndios ou de afogamentos. Nem todos os lugares (mesmo os mais atraentes) oferecem segurança.

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Porque desaparecem e morrem?

A reabertura do processo de investigação sobre Madeleine MacCann que está a levar a outros casos semelhantes de desaparecimento de crianças traduz a preocupação das pessoas pela falta de competência de pais e de segurança dos seus filhos e também a desconfiança sobre a eficácia da intervenção dos agentes policiais e da Justiça na procura das razões que levam a este tipo de crimes e dos responsáveis pelos desaparecimentos de tantas crianças.

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Fátima tem conquistado a simpatia dos Papas

Em 2020, as comemorações de Fátima, no dia 13 de maio, têm caraterísticas totalmente diferentes em relação ao que é costume, com a ausência de peregrinos pela primeira vez na história deste fenómeno mariano, desde 1917, por força das medidas que foram tomadas em consequência do COVID 19, o vírus que tem assaltado e sobressaltado o mundo. Demais, a próxima edição da Jornada Mundial da Juventude que deveria ter lugar em agosto de 2022 foi adiada para o mesmo mês de 2023, pela mesma razão. Se não houver mais contratempos, o Papa Francisco poderá deslocar-se de novo a Portugal, presidindo a uma cerimónia que poderá juntar cerca de dois milhões de pessoas.

A “guerra” do futebol

Em tempo de isolamento e de quarentena, o desporto também parou e, como tal, as discussões do futebol que têm vindo a ser sustentadas acerrimamente entre clubes e os seus adeptos e fortemente manifestadas em programas de “debate” televisivo. Tempo para o historial de uma “guerra” antiga.

A defesa da Amazónia

Os incêndios na Amazónia e a sua desarborização sempre tiveram lugar naquele vasto espaço em que a Natureza atinge a maior exuberância.

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