A renovação resulta da avaliação positiva do relatório quadrienal submetido em dezembro de 2024 pelo município. A decisão pretende salvaguardar o elemento reconhecido pela UNESCO, através da implementação de “medidas de salvaguarda e reforçar a viabilidade do elemento através da capacitação, de programas de formação e de atividades de sensibilização e educativas, com o envolvimento dos oleiros e dos parceiros locais”, explicou a autarquia em comunicado.
Por outro lado, a UNESCO tomou nota dos “esforços feitos pelos parceiros locais e nacionais” para a promoção do barro preto de Bisalhães além-fronteiras, bem como iniciativas educativas dirigidas “às gerações
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