Justiça, saúde, educação recebem cortes, por vezes drásticos, por não serem, por ventura, setores comportáveis financeiramente, sendo oportuno perguntar:
Se os recursos humanos, ou seja, a mão-de-obra qualificada e não qualificada instalada, ganhasse menos salário, não seria possível manter certos serviços?
Entre o fecho de instalações ou organismos com futuro desemprego à vista, ou a continuação destes serviços, com um menor custo do pessoal, não seria melhor esta segunda hipótese?
Uma escola de aldeia, um hospital de vila ou de cidade, um pequeno tribunal de comarca, que reduzisse para metade as suas despesas de funcionamento, a todos os níveis e em todos os escalões, não seria preferível, ao anunciado encerramento?
No novo Mapa Judiciário, o Governo parece ter
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