Nem o ladrar de um cão. A aldeia está vazia, oca de gente, pressentindo-se nela um vácuo onde a vida já não medra. Há silvados a crescer, musgos a cobrirem as rochas, verdetes e ferrugens, um cheiro no ar a bolor, e sempre, mas sempre, aquele silêncio inquietante. Só a mim, andarilho de montes, me dá ganas de subir a estes povoados a horas que nem eu sei. E nem a sorte de me cruzar com um fantasma que, saudoso como eu, insista ainda em ficar por cá, algum dia tive. Acho que até os fantasmas se foram, as almas penadas, os duendes, os trasgos, os faunos, juntamente com o resto da bicharada. Só uma
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