Desde há uns anos a esta parte, temos vindo a ser confrontados com uma política de taxas e alcavalas por parte das empresas públicas ou semi-públicas, prestadoras de serviço público, que têm vindo sub-repticiamente a adoptar uma estratégia deliberada, sobre o cidadão comum que utiliza – por exigências da vida moderna – os mais diversos bens de primeira necessidade como, por exemplo, a água, o gás, o telefone ou a electricidade, exclusivamente para “sacar” mais dinheiro e “engordar,” por essa via, os lucros fabulosos que todos os anos apresentam nos seus relatórios de actividade.
Se repararmos bem, aquilo a que antigamente se denominava Taxa de Aluguer do Contador, e que assim constava nos recibos/facturas da água,
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