Parece um paradoxo, mas a castanha é considerada um fruto seco, quando as suas caraterísticas indicam que deveria ser um fruto fresco.
A Associação Agrifuturo, com sede em Carrazedo de Montenegro, defende que este reconhecimento de que a castanha é um fruto fresco não é apenas técnico, mas tem consequências práticas diretas para o agricultor, para a logística e para o consumidor final. Pelo que valorizar a castanha como fruto fresco é essencial para “proteger a qualidade do produto, desde a produção até à prateleira, assim como para aumentar a rentabilidade do produtor, que investe em sistemas de frio e boas práticas de conservação, e assegurar a frescura e a segurança alimentar do produto no momento do consumo. Mas também reforçar a imagem de excelência da castanha nos mercados nacionais e internacionais”.
Lino Sampaio, presidente da Associação Agrifuturo, explicou à VTM que “não estamos a pedir nada, porque as castanhas são, de facto, um fruto fresco e não seco”.
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