O valor resulta da redução fiscal promovida pela autarquia a partir de 2013 e que se mantém também em 2017. Falamos da participação no IRS cobrado no concelho que a câmara municipal optou por não receber na totalidade e na fixação da taxa mínima de IMI, acrescido das majorações consoante o número de membros do agregado familiar, o chamado IMI Familiar.
O presidente, Duarte Moreno, evidencia “o impacto direto que a redução da carga fiscal encetada pela autarquia tem no orçamento familiar. Entre os dados a partir de 2013 e a previsão para 2017, são mais de 2,6 milhões de euros que as famílias não gastaram no somatório de IMI e IRS”. O autarca lembra
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