VTM: Dez anos depois, que balanço faz do seu trabalho à frente do CACGM?
Jorge Costa: Foi um desafio muito grande, crescente, e hoje olho para trás e fico muito feliz com o trabalho que aqui foi desenvolvido ao longo destes dez anos. Sabia que não seria fácil, pois comecei do zero. Tinha em mãos uma grande responsabilidade. Sempre tive como referência grandes instituições congéneres, como o Museu de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros. Nunca tive as mesmas condições, evidentemente, mas a minha preocupação era trazer o melhor que se faz em arte contemporânea, particularmente a nível nacional, ao público brigantino. E isso tem sido conseguido.
Mudaram-se sensibilidades no público da região?
Nota-se pela frequência dos visitantes que a cada nova exposição repetem a vinda ao CACGM. Penso que se criou um público específico, habitual, que está atento ao que vai acontecendo. E as próprias instituições de referência procuram este centro para
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