Ao chamar-se Francisco, quis seguir o pobrezinho de Assis. Vindo da periferia, exorta a centrar-nos, no essencial, e a evangelizar as periferias geográficas e humanas. Como latino-americano diz-nos que a Igreja não é a Europa e que está, cada vez mais, fora dela, sendo menos ocidental e mais africana, latino-americana e asiática, devendo estar aberta ao futuro, como enviada e missionária, em êxodo, pelo mundo.
No que se refere à eleição dos últimos papas, lembro que, após a morte de Paulo VI, em 1978, houve dois acontecimentos epocais, cheios de significado, para a Igreja, que prepararam um terceiro grande acontecimento, que foi a eleição, há três anos, dum jesuíta, Sul-Americano, oriundo da Argentina, na pessoa
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



