Situada na Zona Industrial de Constantim, em Vila Real, a Fribila é uma das empresas mais solicitadas da região, especialista na área da refrigeração industrial e comercial.
Por detrás desta marca, que tem vindo a ser procurada pelo profissionalismo e prontidão dos seus serviços, estão os seus criadores: Cândido Manuel Carvalho e Marcelino Gonçalves. “Eu trabalhava numa empresa de frio industrial que, em 1996, fechou, ficando assim desempregado. Depois de continuar uns tempos a fazer trabalhos por conta própria, resolvi fazer um convite ao meu sócio Marcelino Gonçalves para criarmos uma empresa de raiz e começarmos um negócio”, contou um dos responsáveis, Cândido Manuel Carvalho, relembrando o mês de setembro de 1997, quando ambos se instalaram num pequeno espaço da sua casa, em Andrães. Após a passagem por outras instalações, resolveram construir a sede na zona industrial, há cerca de quatro anos, onde ainda se encontram.
A equipa técnica é constituída por treze pessoas, que apresentam ao cliente um leque diversificado de serviços e garantem, com rigor, a assistência técnica adequada. As suas especialidades englobam a construção e manutenção de todo o tipo de câmaras frigoríficas para vários produtos, instalação de equipamentos frigoríficos em transporte, instalação e assistência técnica em hotelaria, restauração e comércio diverso, instalação e manutenção de equipamentos Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC), implementação de painéis solares térmicos e serviço de bobinagem.
“Em primeiro lugar, queremos que o cliente fique bem servido, assim passa a palavra aos outros. Posso assegurar que mais de 90% dos nossos compradores vêm cá porque ouvem falar bem”, concordaram. Ambos os sócios afirmaram que, em Vila Real, “não há muitas empresas neste ramo”, o que os levou a reforçar a aposta no território transmontano. No último ano, a Fribila investiu num novo comercial para começar a fazer prospeção em zonas específicas do país, “que interessam em explorar a nível de instalação de câmaras frigoríficas de grande porte, como é o caso de Armamar e Moimenta da Beira, zonas de muita maçã”.
Uma das principais metas da empresa de frio industrial é internacionalizar os seus serviços, abrangendo sempre as áreas doméstica e industrial. Contudo, para já, é preciso continuar a “cimentar a Fribila no mercado”, até porque “a região tem trabalho suficiente para sobreviver, mas é preciso procurar bem”. “Já fizemos algumas instalações em França e Espanha, mas a nossa área de negócios é aqui. É preciso explorar Trás-os-Montes”, disseram os responsáveis.
Tal como muitas outras empresas, as dificuldades assentam sobretudo na gestão financeira e nos recursos humanos. Contente com o seu grupo de pessoal, Cândido Manuel Carvalho referiu que é muito importante “estar próximo dos empregados e perceber se alguma coisa não está bem”.
Todos os anos, a Fribila tem vindo “a crescer qualquer coisa”, quer em angariação de novos clientes, quer em faturação”. Há cerca de três ou quatro anos, a crise complicou a vida a muitas empresas, contudo, foi este o período em que se realizou um maior investimento. Essa contribuição aliada à própria localização, levou a uma evolução de mais de 50% em clientes. No último ano, o volume de faturação rondava os 800 mil euros, uma subida de cerca de 30% em relação ao ano anterior.
“Somos duas pessoas trabalhadoras e que andam sempre no terreno. Gostamos de estar próximos do cliente e conhecer os seus problemas e necessidades. É muito importante ir às obras e ver se gostaram nos nossos serviços”, concluiram os responsáveis.
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