Já eram 15 horas quando os motores começaram a roncar. Terreno difícil, mas que nem por isso assustou os participantes. André Pereira era um deles. Enquanto elemento de uma das equipas presentes, afirmou que apesar da vertente solidária “ser importante”, participam sempre, “porque gostamos”. A parte mais complicada, assumiu, é a subida das fragas, que apenas um dos jipes conseguiu sem qualquer ajuda. Ao seu volante ia António Gomes, que tem 70 anos e já anda por estas aventuras há cerca de uma década. À VTM diz mesmo que “aquela pedra tem o meu nome”, por ter sido o único que, há dois anos, a conseguiu subir, tendo repetido agora o feito. Houve duas tentativas depois dele, mas um teve que ser puxado por cabos e outro teve de recuar, já a verter óleo.
Atentas a tudo isto estavam dezenas de pessoas. Mercedes Palheiros é de Justes e encontrou um sítio de onde poderia observar toda a prova.
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