Vila RealAcidentes na estradas de Vila Real fizeram menos sete mortos

Acidentes na estradas de Vila Real fizeram menos sete mortos

Dados divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária trazem a boa nova da redução do número de vítimas mortais, nas estradas vila-realenses, em 2007. Se, em Portugal, o número total de mortos aumentou 0,9 por cento, no distrito vila-realense a diferença foi de menos sete vítimas fatais. Em 2007, os acidentes rodoviários ocorridos nas estradas […]

Dados divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária trazem a boa nova da redução do número de vítimas mortais, nas estradas vila-realenses, em 2007. Se, em Portugal, o número total de mortos aumentou 0,9 por cento, no distrito vila-realense a diferença foi de menos sete vítimas fatais.

Em 2007, os acidentes rodoviários ocorridos nas estradas do distrito de Vila Real resultaram em 13 vítimas mortais, menos sete do que no ano de 2006, contabilizou, em comunicado, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Segundo dados divulgados por aquela entidade, os acidentes rodoviários, no ano passado, nas vias do distrito vila-realense, fizeram ainda 846 feridos ligeiros (mais 83 que em 2006) e 65 feridos graves (menos 16 que em 2006).

Apesar de ainda não ter sido divulgado o número total de acidentes, por distritos, em 2007, segundo os dados estatísticos já disponíveis que contemplam apenas os meses de Janeiro a Outubro, foram registados, no distrito transmontano, 554 acidentes com vítimas, mais 41 do que em igual período do ano anterior.

Se, no distrito de Vila Real, as estatísticas apontam para uma redução do número de vítimas mortais, já em Bragança constata-se que, apesar da redução do número de vítimas, no geral, de 580, em 2006, para 545, em 2007 (entre ligeiras, graves e mortais), no ano passado, mais duas pessoas morreram, nas estradas brigantinas, somando um total de 25 fatalidades.

Relativamente ao resto do país, os dados apontam Faro como o distrito que sofreu o maior acréscimo no número de mortos nas estradas, com um total de 73 vítimas mortais, mais 22 que em 2006. Por outro lado, o ano passado fica marcado pela positiva, pelo menos que diz respeito a acidentes rodoviários mortais, para Braga que, apesar de ser um dos que revela um maior número de vítimas nas estradas (3684), contou com menos 15 mortos do que no ano de 2006, somando um total de 45.

De recordar que Portugal “assumiu, no início do Século, o compromisso de reduzir, até 2010, em 50 por cento, o número de feridos graves e de vítimas mortais. Essa meta foi antecipada, no programa do actual Governo, para 2009”.

“Olhando para os indicadores apresentados, seguindo os critérios utilizados nos Relatórios Anuais de Sinistralidade Rodoviária, entre 2000 e 2006 que reflectem só a sinistralidade do Continente, ou, seguindo o critério utilizado este ano, pela primeira vez e que consolida a sinistralidade mortal verificada nas Regiões Autónomas, ou seguindo ainda o critério de consolidação estatística de vítimas mortais a 30 dias com uma valorização dos indicadores registados no universo das vítimas mortais em 14 por cento, há a considerar que o nosso país concretizou, antecipadamente, em 2005, em 2006 e em 2007, a meta estimada para 2009, no universo dos feridos graves, e concretizou, também, em 2006 e em 2007, a meta estimada para 2009, no que respeita às vítimas mortais”, confirma o documento divulgado pela ANSR.

Apesar da evolução que se tem registado, a mesma entidade lembra que a sinistralidade rodoviária “continua a ser, em Portugal, um dos mais importantes problemas de segurança interna. Importa, pois, que todos tenhamos consciência do muito trabalho que importa fazer e da relevância política que esta matéria terá, cada vez mais, no futuro próximo”.

 

Maria Meireles

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