Uma boa notícia para o sector cooperativo da Região Demarcada do Douro. Foi desta forma que o presidente da União das Adegas Cooperativas da Região Demarcada do Douro, UNIDOURO, José Manuel Santos, reagiu ao retorno da actividade, após 3 anos de encerramento da Adega Cooperativa de Meda. Para esta situação contribuiu o empenho da actual direcção e da Câmara local, que contribuiu para que a situação de falência fosse debelada.
A vindima deste ano correu bem e, além das uvas provenientes das 4 freguesias inseridas na Região Demarcada do Douro, recebeu outras de vinhas do concelho e da região. Uma situação que pode facilitar a recuperação da cooperativa, já que a torna mais abrangente em termos de recepção de colheitas e aumenta assim a sua oferta no mercado.
José Manuel Santos manifestou a sua satisfação “pela reactivação de uma cooperativa que fazia falta à região”. “Desde a primeira hora, disponibilizamos o nosso apoio e colaboração à direcção da cooperativa para que retomasse a sua funcionalidade. Tenho esperança nesta aposta da direcção. Saliento também a colaboração neste processo da adega do Vale da Teja e de outras do Douro Superior”.
A Adega Cooperativa de Meda está inserida numa região onde se produz bom vinho de mesa e Porto, cujas características são peculiares no aspecto organoléptico. O clima e a natureza dos solos contribuem para a qualidade dos seus vinhos, que começaram a ser famosos como “palhetes” ou “rosados”. A Cooperativa de Meda foi fundada a 19 de Dezembro de 1956, recebendo as primeiras uvas em Setembro de 1958. Nesse ano, 128 associados entregaram 606.976 kg, que produziram 463.551 litros de vinho.




