É certo e reconhecido que a formação orientada por Fernando Santos não era, desta feita, a melhor. É certo e reconhecido que já tivemos gerações anteriores de seniores que marcaram o panorama do futebol europeu, apesar de nunca terem alcançado títulos. Gerações onde couberam Eusébio e Coluna, Chalana e Jordão, Vítor Baía e Rui Costa, Figo e Pauleta. Mas esta seleção de verdadeiros campeões foi planificada ao pormenor. E o resultado foi o pretendido. No início houve críticos. No meio houve desconfiados. E no fim houve bandeiras em profusão em todos os recantos do país. E, para além de ser cantado, o Hino Nacional (“A Portuguesa”) também foi escrito, metaforicamente, em “manchetes” de praticamente todos
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