Como é hábito, houve justificações das faltas para todos os gostos: doenças, trabalhos parlamentares, dispensas concedidas pelo presidente do grupo parlamentar (!)… mas também ausências sem falta, isto é, senhores e senhoras deputados que assinaram o livrinho de ponto, mas que, no momento da votação, não se encontravam sentadinhos na simbólica Câmara.
No entanto, é bom recordar que a luta pelo fim do processo de avaliação dos professores transpôs há muito as fronteiras escolares para se conjecturar como um verdadeiro problema sociopolítico nacional. Neste sentido, todos os partidos tomaram posições clarificadoras e simples: de um lado, o PS a defender, timidamente, o processo de avaliação; do outro, a oposição em bloco insurgindo-se a favor da sua
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