Vila RealAutarquia acusa CCDRN de fazer “tábua rasa” nas candidaturas ao PROVERE

Autarquia acusa CCDRN de fazer “tábua rasa” nas candidaturas ao PROVERE

Em causa está o montante de apenas 8,5 milhões de euros para a CIMDouro, quando a primeira candidatura tinha uma verba na ordem dos 13 milhões de euros 

 

O executivo municipal de Vila Real manifestou o seu descontentamento com a verba disponível para o Douro, no âmbito do PROVERE, programa de valorização económica de recursos endógenos, integrado no Quadro Comunitário Portugal 2020.

Em comunicado, o executivo, liderado por Rui Santos, considera que o montante para a região duriense, na ordem dos 8,5 milhões de euros, fica “aquém do expectável”, e os caminhos para a convergência regional “parecem tortuosos”, com este cenário.

Esta posição surge na sequência da abertura do Aviso Norte-28-2017-41 referente à segunda fase do Reconhecimento Formal das Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE na Região Norte. “Lamentamos que a CCDRN tenha feito ‘tábua rasa’ do processo anterior, que culminou na submissão e aprovação da

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