No texto, aprovado por unanimidade em reunião de câmara, é sublinhada a “falta de explicações por parte da concessionária” sobre este prolongado período que decorrem as obras, numa via que é considerada estruturante para vários concelhos transmontanos por onde passa este itinerário. “O corte desta via e o respeito que os seus utentes merecem, exigiria não só a divulgação de um aviso prévio e uma explicação razoável para o seu encerramento, como, sobretudo, a rapidez na solução que parece não existir”, refere o documento.
Já há cerca de um mês que se encontra cortado o IC5, entre o Nó de Carlão e o Nó de Pombal, sendo que este corte obriga a um desvio de cerca de 15 quilómetros, em estradas com mau piso, estreitas, com curvas sucessivas e mesmo perigosas, onde têm de ser cruzar viaturas ligeiras e pesadas.
A concessionária que gere esta rodovia, Ascendi, decidiu cortar totalmente o trânsito para efetuar algumas retificações necessárias que têm de ser feitas em segurança, como a correção de fissuras que o piso apresenta.
Assim, este itinerário vai continuar encerrado ao trânsito, mas haverá indicações dos desvios alternativos que os automobilistas têm de percorrer.




