Segundo Paula Barros, do PS de Chaves, a decisão, que contou com apenas nove votos negativos e quatro abstenções num universo de 103 deputados que constituem a Assembleia Municipal flaviense, “vai hipotecar o futuro do concelho”.
“Ninguém consegue acreditar que se possa alienar um ativo destes, numa empresa que, apesar de ainda estar em fase de expansão, rende três milhões de euros por ano que são distribuídos pelas seis autarquias do Alto Tâmega”, referiu a socialista.
Paula Barros considera que a medida “é uma grande evidência do estrangulamento financeiro vivido pela autarquia” e classifica como “estranho” que “até o momento apenas Chaves tenha proposto a Assembleia Municipal a alienação da sua participação” na empresa.
João Baptista, presidente
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