Domingo, 17 de Outubro de 2021

Barragem não pode deixar de ser construída “por ser polémica”

José Sócrates “lançou” a primeira pedra da construção da Barragem de Foz Tua. Reconhecendo que se trata de um “projecto polémico”, o primeiro-ministro defendeu que o grande problema de Portugal foi ter desistido de empreendimentos por estes terem levantado grandes controvérsias. O primeiro-ministro sublinhou a atitude positiva da EDP junto das populações, os benefícios da infra-estrutura para o desenvolvimento regional e a “engenhosa” solução encontrada para garantir a mobilidade depois do “afogamento” da linha do Tua.

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“Daqui a cinco anos viremos aqui (pelo menos eu virei) e tenho a certeza que questionaremos o porquê de termos andado tanto tempo a adiar projectos por serem polémicos”, adiantou o primeiro-ministro José Sócrates, no dia 18, minutos antes da assinatura do contrato de construção do Aproveitamento Hidroeléctrico do Vale do Tua, um investimento de 305 milhões de euros e que deverá começar a produzir energia em 2015.

José Sócrates defendeu que construir hoje uma barragem “significa aumentar a autonomia energética do país e reduzir a dependência do petróleo, reduzir o endividamento externo, contribuir para uma luta mundial contra o aquecimento global e dar mais oportunidade às empresas portuguesas”. “Construir hoje uma barragem em Portugal significa

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