Domingo, 3 de Julho de 2022

Bombeiros de Mirandela com terceiro parto no IP4

Foi o terceiro parto ocorrido no IP4, durante este ano e após o encerramento da maternidade de Mirandela. Uma mulher, de 33 anos, deu à luz, na terça-feira, um robusto rapaz, numa ambulância dos Bombeiros Voluntários de Mirandela, na zona de Jorjais de Perafita e Vila Verde. Foi o terceiro nascimento ocorrido, este ano, no […]

Foi o terceiro parto ocorrido no IP4, durante este ano e após o encerramento da maternidade de Mirandela. Uma mulher, de 33 anos, deu à luz, na terça-feira, um robusto rapaz, numa ambulância dos Bombeiros Voluntários de Mirandela, na zona de Jorjais de Perafita e Vila Verde.

Foi o terceiro nascimento ocorrido, este ano, no IP4, contando com a colaboração dos Bombeiros Voluntários de Mirandela. Neste caso, Valter Costa, de 23 anos, residente em Franco, voltou a desempenhar funções de parteiro, o que já lha acontece pela terceira vez. Contou, ao Nosso Jornal, como tudo aconteceu: “Depois de uma chamada normal, para o Centro Distrital de Operações e Socorro, fomos solicitados, por volta das 6 horas, por uma senhora grávida, Alcina Magalhães, residente na zona do Lar de Idosos. Quando chegámos lá, verificámos que tinha contracções, de dois em dois minutos. Estava com bastantes dores, pelo que resolvemos transportá-la para o Hospital de Vila Real. Fomos parando, ao longo do caminho, e já sabíamos que a VMER vinha ter connosco. O médico da viatura acompanhou o parto, também, comigo, na ambulância. Ao longo do caminho, íamos vendo como ela ia. Era uma gravidez de risco, de sete meses e meio. Seria um parto prematuro. Perto de Vila Verde, na zona de Jorjais de Perafita, ao quilómetro 118, acabámos por provocar o parto”.

Segundo Valter Costa, “foi Alcina Magalhães que, a sofrer muito, ainda teve forças para dizer que o bebé, um rapaz, estava a sair bem”. O parto acabou por correr bem e, no fim, a mãe deixou-nos um sorriso de agradecimento” – sublinhou Valter Costa. Apesar de prematuro, o bebé apresentava um bom estado de saúde. Com a sua mãe, seguiu, então, para a maternidade do Hospital de Vila Real.

De salientar que, para o condutor da ambulância dos Bombeiros, Antero Oliveira, de 63 anos, este não foi, também, o primeiro parto a que assistiu, numa ambulância. Ao longo da sua vida “já perdeu a conta ao número de partos que fez, ocorridos na sua função”. Na mesma tarde de terça-feira, uma mulher em trabalho de parto foi enviada, pelo Hospital de Mirandela, para a maternidade de Bragança, só com o motorista dos Bombeiros de Mirandela, facto que motivou grande descontentamento, nesta corporação. Porém, ainda chegou a tempo ao seu destino, onde daria a luz, também, uma criança.

De sublinhar que oitenta por cento das grávidas de Mirandela escolhem a Maternidade do Hospital de Vila Real, em detrimento da de Bragança.

 

Jmcardoso

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