Chama-se Ernandes Tavares, tem 45 anos e saiu do Recife, no Brasil, em 2020, para fazer um doutoramento em Ciências da Cultura na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Depois de ter morado em vários locais na cidade, foi numa casa entre Arroios e Torneiros que encontrou o lar ideal para viver. Primeiro morou com duas jovens cabo-verdianas e agora vive sozinho.
Desde que chegou àquela moradia, diz que a sua rotina diária tem sido “atormentada” por um dos vizinhos, que alegadamente o trata muito mal e ultimamente o tem ameaçado de morte.
“Sou uma pessoa que não tem conflitos com ninguém. Esta foi a primeira situação de racismo e xenofobia na minha vida. Tem sido muito difícil lidar com tudo isto”, conta à VTM.
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