Quinta-feira, 28 de Outubro de 2021

Castas de elite estrangeiras adaptam-se bem ao Douro

No “território vinhateiro” da quinta de Cidrô, a Real Companhia Velha possui algumas áreas destinadas à produção de vinhos de castas estrangeiras. É o passo seguinte de um projeto pioneiro na região demarcada do Douro, iniciado nos anos 90, com a variedade francesa Chardonnay e agora extensivo a mais seis castas.

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Aproveitando as grandes potencialidades que o Douro possui na produção de vinhos brancos em altitudes entre os 500 e os 600 metros e a sua versatilidade perante as castas internacionais, a Real Companhia Velha (RCV) numa altura em que comemora os seus “20 anos de Viticultura Moderna” incrementa a aposta na produção de vinhos de castas de elite internacionais.

O administrador da empresa, Pedro Silva Reis, contou, ao Nosso jornal, que “esta aposta nas castas estrangeiras surgiu na década de 90 e tinha a ver com um projeto experimental que passava pelo estudo das castas internacionais e o seu reflexo na melhor compreensão da região do Douro, ao nível das várias características evolutivas, produtivas e

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