A Central de Camionagem de Vila Pouca de Aguiar está em avançado estado de degradação, uma situação que não agrada aos comerciantes e utilizadores do espaço, que se deparam todos os dias com poças de água, mau cheiro, água a escorrer pelas paredes e a cair dos tetos, onde as infiltrações são vem visíveis.
Quem ali entra, rapidamente se depara com baldes espalhados pelo chão a aparar a água que cai dos tetos, não só no café como nas lojas, assim como poças de água na rampa de acesso aos autocarros, infiltrações e paredes degradadas.
Esta é uma situação que já se arrasta há alguns anos, confirmou à VTM Ermelinda Sousa, que tem ali uma loja de artesanato. “Não é um problema só de agora. Lembro-me que no dia 24 de dezembro de 2011, dia de consoada, cheguei à loja de manhã e na montra que está virada para dentro da central detetei logo infiltrações, que depois se espalharam por todo o lado e também pela placa da minha loja”, conta, adiantando que todos os anos tem de pintar a loja, que fica preta e com mofo. “Basta chover um pouco e entra água, mas não com as proporções de agora, porque tem estado muito chuva. Isto vai piorando de ano para ano”.
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