Sábado, 16 de Outubro de 2021

Centro hospitalar prepara aumento de cirurgias e consultas

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) alocou mais tempos cirúrgicos no bloco operatório para a atividade programada e vai proceder, em meados de maio, à remarcação de consultas presenciais e ao reforço das teleconsultas.

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O CHTMAD, que tem sede social em Vila Real e agrega os hospitais de Chaves e Lamego, disse hoje à agência Lusa que tem planeado o aumento da atividade clínica não urgente, de forma gradual e faseada, a partir da próxima semana.

A covid-19 obrigou a uma diminuição da atividade clínica não urgente para concentrar esforços na luta contra a pandemia.

Segundo o conselho de administração da unidade hospitalar, no bloco operatório, já esta semana, foram alocados mais tempos cirúrgicos para a atividade programada, no sentido da “recuperação progressiva”.

A nível da consulta externa, a partir de meados de maio, proceder-se-á à remarcação de consultas presenciais e também a um reforço de consultas não presenciais, o que, conjuntamente com a alteração da disposição física das cadeiras nas salas de espera, permitirá evitar a aglomeração de utentes.

Segundo o CHTMAD, será também dada “atenção à sensibilização para o uso das máscaras e dos dispositivos de desinfeção das mãos”.

O centro hospitalar explicou que “a definição das prioridades neste agendamento é realizada, em cada especialidade, de acordo com critérios clínicos”.

O CHTMAD tem ainda definidos os circuitos para os doentes covid-19 e não covid-19, sendo asseguradas todas as condições de segurança quer para doentes, quer para profissionais.

A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou no sábado que alguns hospitais vão retomar as consultas programadas na semana que se inicia em 04 de maio.

Questionada pela agência Lusa, a ministra da Saúde salientou que os calendários de retoma de cada hospital e centro de saúde estão dependentes da "pressão que cada instituição sente na sua envolvente".

"Algumas entidades e instituições do interior do país, na Beira Baixa, e algumas instituições do Norte Alentejano, terão maior facilidade, se o panorama se mantiver, numa retoma precoce da atividade", notou, frisando que este será um processo "gradual, faseado e acompanhado", sendo que a mesma lógica é aplicada aos centros de saúde, onde se tem apostado na grande utilização da telemedicina.

 

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