Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Concurso para os transportes públicos avança em março

Autocarros vão chegar as freguesias de Borbela e Lamas de Olo, Vila Marim e Andrães e vai ser criada uma nova linha que terminará no Centro Escolar Abade de Mouçós. Concurso público vai exigir “veículos novos”. O objetivo é “melhorar os níveis de qualidade de serviço e conforto”

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O executivo municipal aprovou, no dia 19, em reunião extraordinária, o lançamento do concurso público internacional para a concessão dos transportes públicos urbanos de Vila Real, que deverá avançar já no próximo mês.

Tendo como valor base 500 mil euros, o concurso público seguirá para publicação no Jornal Oficial das Comunidades, estando previsto, depois da sua publicação, um prazo de 40 dias para apresentação de propostas.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Vila Real adiantou que, “para além da manutenção das linhas atualmente existentes, o novo caderno de encargos prevê extensões para as freguesias de Borbela e Lamas de Olo, Vila Marim e Andrães”.

“Será ainda criada uma nova linha que servirá todos os residentes ao longo da zona da Raia (Mateus) e que terá o seu término no Centro Escolar Abade de Mouçós”, sublinhou ainda a autarquia.

O caderno de encargos prevê também a criação de “uma nova estrutura tarifária, que englobará duas zonas e em que estará contemplado o passe escolar, com condições vantajosas para os jovens utentes”.

“Pretende-se melhorar os níveis de qualidade de serviço e conforto dos utilizadores, através da obrigatoriedade do futuro concessionário integrar na nova concessão apenas veículos novos”, adianta ainda a autarquia no comunicado.

Em atividade há uma década, a rede de transportes públicos urbanos de Vila Real, atualmente concessionada à empresa Corgobus, já transportou mais de 12 milhões de passageiros.

De recordar que “a alteração da concessão dos transportes públicos urbanos já havia sido proposta pelo Executivo anterior mas, porque exista uma alteração substancial dos pressupostos do concurso que havia sido lançado dez anos antes, acabou por ver recusado o Visto do Tribunal de Contas”.

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