Em declarações aos jornalistas, o coronel mostrou-se otimista para encarar este novo desafio, apesar de reconhecer as dificuldades que terá pela frente. “É um privilégio assumir o comandado deste Regimento de Infantaria. Sei que vai ser difícil, face às circunstâncias que o país atravessa, mas estou convicto que com o esforço de todos que aqui prestam serviço, iremos levar este desafio a bom termo”.
Com cerca de 200 militares nas suas fileiras, o RI13 sempre teve “grande tradição” em missões no exterior, um percurso que José Dias Lages quer continuar a trilhar. “É um regimento com contributo muito ativo para as forças fora do território nacional, nomeadamente em missões de apoio à paz e esperamos continuar a dar esse contributo”, salientou, adiantando que os militares, que estão fora de Portugal, “são um grande orgulho para todos nós”, dando um contributo “indispensável” e a “garantia do nosso espaço de soberania e de afirmação externa de Portugal”.
Depois de tecer elogios ao antecessor coronel Farinha, o novo comandante espera dar continuidade ao seu trabalho. “Os meus conhecimentos e experiência adquirida pelos vários locais
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