Segunda-feira, 4 de Julho de 2022

Criança ferida pela queda de um telhado

“Não passou de um susto”, mas o acidente que envolveu uma criança de seis anos, nas piscinas cobertas de Vila Real, poderia ter tido um final mais trágico, tendo em conta que o rapazinho caiu de uma altura de seis metros, sobre o betão.   Um pulso fracturado e um corte no lábio foram os […]

“Não passou de um susto”, mas o acidente que envolveu uma criança de seis anos, nas piscinas cobertas de Vila Real, poderia ter tido um final mais trágico, tendo em conta que o rapazinho caiu de uma altura de seis metros, sobre o betão.

 

Um pulso fracturado e um corte no lábio foram os ferimentos que resultaram de uma queda de seis metros do telhado das Piscinas Municipais de Vila Real, para uma criança, de seis anos, que, no final da tarde do dia 9, se aventurou a subir à cobertura daquela infra-estrutura, para recuperar uma bola.

Depois de ter ficado em observação, no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, a criança teve alta, no Domingo, encontrando-se bem, segundo nos adiantou Mário Paixão, Director das Piscinas e pai do menino acidentado.

Segundo o mesmo responsável, o acidente aconteceu quando o seu filho, acompanhado por um amigo, trepou ao telhado da piscina que acabou por ceder, provocando uma queda de cerca de seis metros, para o recinto da piscinas de 25 metros, numa altura em que se encontravam, no local, entre 10 a 12 utentes.

“Enquanto esperavam a chegada dos pais, as crianças estavam a brincar e a bola foi parar ao telhado”, recordou o Director da Piscina, explicando que, apesar do acesso para um adulto ser possível apenas com a utilização de uma escada móvel, as crianças recorreram a uma janela de reduzidas dimensões, existente numa das casas de banho da secretaria, para chegar ao telhado, um espaço que não está à disposição do público, em geral, mas que era conhecido pelo filho do Director.

Quando as duas crianças se encontravam no telhado, uma das suas placas, de PVC, cedeu, provocando a queda.

Apesar do sucedido, Mário Paixão sublinhou que as piscinas estão em condições de segurança para funcionar.

Com cinco piscinas, aquele complexo desportivo e de lazer, construído, há mais de 30 anos, pela Câmara Municipal de Vila Real, recebe, diariamente, mais de meia centena de pessoas, sendo de recordar que, no final do mês de Fevereiro, foi já palco de um incidente que envolveu a queda de uma das placas de lusalite que “não resistiu ao mau tempo”.

Refira-se que existe um projecto que está a ser idealizado, pela autarquia, para a construção de um novo Complexo Municipal de Piscinas que ficará localizado no sítio onde, actualmente, se encontra o Campo de Futebol do Calvário.

 

 

Maria Meireles

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