Segunda-feira, 28 de Novembro de 2022

Devido à ausência de aquecimento, utentes “batem o dente” no posto da GNR

Devido à acumulação de geadas que se verifica nesta altura do ano, também as queixas dos utentes que se deslocam ao posto da GNR, existente em Vila Pouca de Aguiar, se têm vindo a acumular, devido ao frio que sofrem, no interior das instalações.   Os utentes que se deslocam ao posto da GNR de […]

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Devido à acumulação de geadas que se verifica nesta altura do ano, também as queixas dos utentes que se deslocam ao posto da GNR, existente em Vila Pouca de Aguiar, se têm vindo a acumular, devido ao frio que sofrem, no interior das instalações.

 

Os utentes que se deslocam ao posto da GNR de Vila Pouca de Aguiar batem o dente de frio, pela falta de aquecimento que se verifica naquelas instalações, onde, nesta altura do ano, aumentam as queixas das pessoas que têm de tratar de assuntos administrativos ou contenciosos.

Os lamentos dos utentes são regulares, mas, com o frio, a chuva e as geadas que, durante o Inverno, se verificam, nesta região transmontana, nomeadamente na sede de concelho aguiarense, os murmúrios aumentam de tom, devido “às lacunas deste posto da GNR que o Estado devia colmatar”.

Para Duarte Marques, residente em Vila Pouca de Aguiar e que tem de se deslocar, muitas vezes, àquelas instalações, para tratar de assuntos administrativos, “as condições são péssimas e o pior é a falta de aquecimento” em que, por vezes, “ainda está mais frio dentro do posto do que na rua”.

Os elementos da GNR que estão no posto aguiarense da GNR não teceram declarações sobre as condições de trabalho ali existentes, mas, dado o volume das queixas dos utentes e o tempo que, cada vez mais, os agentes da autoridade permanecem, nas respectivas instalações (também devido ao aumento de trabalho administrativo, em detrimento do patrulhamento), é natural que as duas dezenas de elementos da GNR não sintam qualquer tipo de conforto.

 

JC

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