Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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Distribuição de panfletos e cartões, para aproximar agentes da população

Desde o mês de Novembro que a Polícia de Segurança Pública de Vila Real tem participado num projecto-piloto da Direcção Nacional da PSP que tem como objectivo uma maior aproximação dos agentes à população, em geral. Com a divisão da cidade em três zonas e a responsabilização de agentes que ficaram responsáveis por cada zona, […]

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Desde o mês de Novembro que a Polícia de Segurança Pública de Vila Real tem participado num projecto-piloto da Direcção Nacional da PSP que tem como objectivo uma maior aproximação dos agentes à população, em geral. Com a divisão da cidade em três zonas e a responsabilização de agentes que ficaram responsáveis por cada zona, o objectivo é “dar um rosto” à PSP.

 

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Vila Real está a preparar a edição de centenas de panfletos e cartões de divulgação, com as fotos dos três agentes actualmente inseridos no projecto-piloto da direcção nacional daquela força de segurança, denominado como “Policiamento de proximidade”.

Segundo o Subcomissário Pinto Alves, gestor do projecto, em Vila Real, à semelhança do que já aconteceu em outras esquadras, como, por exemplo, na área metropolitana do Porto, estarão disponíveis panfletos com as fotos dos agentes responsáveis por cada uma das áreas (e ainda dos agentes do projecto “Escola Segura”), bem como cartões-de-visita, com os contactos dos agentes e um calendário no verso.

“O objectivo é que as pessoas conheçam e ganhem confiança com os agentes”, sublinhou Pinto Alves, referindo que os panfletos estarão disponíveis nas instituições e organizações da cidade e em alguns estabelecimentos comercias, e os cartões serão distribuídos, pelos próprios agentes, uma iniciativa que deverá estar no terreno “dentro de 15 dias”.

Na zona um que engloba a área da freguesia de São Dinis, a zona do Pioledo, da Rodonorte e da Quinta do Seixo, a população pode contar com o agente Pedro Conceição. A agente Teresa Ribeiro é responsável pela denominada zona dois, que corresponde à freguesia da Nossa Senhora da Conceição (Bairro São Vicente de Paula, zona da Feira dos Farrapos e Montezelos), e Adelino Alves pela zona do Mantas, Araucária, Estação e Avenida de Grasse (denominada zona três).

“Os membros da comunidade transmitem aos agentes as suas preocupações, derrubando as barreiras da apatia e desconfiança, de modo a formar parcerias estáveis e empenhadas. A base do sucesso de uma estratégia de policiamento comunitário (ou de proximidade) são laços fortes e mutuamente vantajosos, entre a polícia e os cidadãos de uma determinada comunidade”, sublinha o projecto-piloto que está a ser desenvolvido em várias cidades do país, como Bragança, Coimbra, Viseu, Guarda, São João da Madeira, entre outras.

Na capital de distrito transmontano, o projecto que já está no terreno, desde Novembro, já tem dado os seus frutos, com o estreitar da relação entre os agentes e a população, sendo de realçar a imprescindível participação de alguns populares na investigação sobre um indivíduo que falsificava bilhetes de identidades, entre outros casos.

“A atribuição de agentes a determinadas áreas, durante um longo período de tempo, permitir-lhes-á familiarizarem-se com a evolução da comunidade pela qual são responsáveis. Este reforço da presença policial é um primeiro passo no estabelecimento de uma maior confiança dos cidadãos residentes e aumenta o sentimento de segurança que é um dos factores mais importantes, na diminuição da criminalidade”.

Mas o gestor do projecto em Vila Real adiantou que o objectivo é ir mais longe e estabelecer protocolos e formalizar a colaboração com as várias entidades locais, como, por exemplo, com a Câmara Municipal de Vila Real, com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e, ainda, como Lares de Terceira Idade, estes últimos com o objectivo de poder encaminhar melhor os idosos que recorram à PSP.

 

Maria Meireles

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