Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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Distrito vai ter mais de uma centena de camas, até ao final do ano

Amanhã, vai ser assinado, em Guimarães, um protocolo entre os Ministérios da Saúde e do Trabalho e Segurança Social e as instituições que participaram no projecto-piloto de alargamento da Rede de Cuidados Continuados que determinará os valores definitivos das comparticipações do Estado. No final da fase-piloto, começam a surgir os números mais concretos sobre o […]

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Amanhã, vai ser assinado, em Guimarães, um protocolo entre os Ministérios da Saúde e do Trabalho e Segurança Social e as instituições que participaram no projecto-piloto de alargamento da Rede de Cuidados Continuados que determinará os valores definitivos das comparticipações do Estado. No final da fase-piloto, começam a surgir os números mais concretos sobre o reforço dessa valência, no distrito

Vila Real, Régua, Alijó, Montalegre, Sabrosa e Mesão Frio são os concelhos que vão ter um reforço, ao nível dos cuidados continuados, com a criação de várias unidades de internamento de longa e média duração que darão resposta a cerca de 140 utentes, adiantou, ao Nosso Jornal, Rui Santos, Director do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real.

Segundo o mesmo responsável, no que diz respeito aos internamentos de média duração, na capital de distrito serão disponibilizadas mais vinte camas, o mesmo número de lugares que em Sabrosa e em Montalegre. No entanto, neste último Município, ainda não há “certezas” de que o processo esteja concluído antes de 2008.

No que diz respeito aos internamentos de longa duração, a rede será responsável pela criação de mais vinte lugares em Alijó, dez em Mesão Frio, vinte e oito no Peso da Régua e vinte em Montalegre.

Está ainda em fase de decisão a negociação com uma instituição de Ribeira Pena, para que também naquele concelho sejam criados duas dezenas de lugares em internamento de longa duração, comparticipados pelo Estado.

“Na Sexta-feira (amanhã) será assinado, em Guimarães, um protocolo entre o Ministério da Saúde, o Ministério do Trabalho e Segurança Social e as instituições envolvidas na fase-piloto do alargamento da Rede de Cuidados Continuados que irá definir as comparticipações a atribuir, nesta área”, adiantou Rui Santos.

No distrito de Vila Real, a instituição que participou no projecto-piloto foi a Santa Casa da Misericórdia de Murça, onde, há cerca de um ano, são disponibilizadas vinte camas na unidade de internamento de longa duração e vinte e cinco na de média duração.

“Foi um processo que teve as suas vicissitudes, foi um processo de aprendizagem”, explicou Rui Santos, fazendo um balanço da experiência murcense. Apesar de “no início, não ter cumprido o que se perspectivava, ao nível do número de utentes, actualmente, a unidade de Murça conta com uma média de ocupação muito próxima dos cem por cento”, contabilizou o Director do CDSS, adiantando que o processo de alargamento da Rede de Cuidados Continuados entrou, agora, “em velocidade-cruzeiro” e prevê que, até 2016, sejam criadas mais de 16 mil novas camas, em todo o país.

 

MM

 

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